Como fazer o Mapa de Riscos – Passo a Passo

Terça-feira - 11/01/2021

Como fazer o mapa de riscos é uma dúvida bastante comum entre os estudantes e profissionais da área de

Segurança e Saúde do trabalho – SST. Em virtude disso, trataremos nesta publicação sobre como fazer o

mapa de riscos. Confira!

Como fazer o Mapa de Riscos
Portanto, a seguir como elaborar o mapa de riscos:

1º Passo – Conhecer o processo de trabalho da empresa analisada, assim como os seguintes aspectos abaixo:
O número de trabalhadores por ambiente de trabalho e ao total na empresa;
Os equipamentos, procedimentos e materiais utilizados no exercício do trabalho;
As atividades exercidas pelos trabalhadores;
As características de cada ambiente de trabalho.
2º Passo – Identificar os riscos existentes em cada ambiente de trabalho com auxilio da tabela de classificação

dos riscos ambientais:

Além disso, utilize como auxílio na identificação dos riscos ambientais outros levantamentos ambientais

realizados, como o PPRA, PCMAT, PGR, entre outros.

É importante destacar, que na elaboração do mapa de riscos não será necessário realizar avaliações

quantitativas, somente avaliações qualitativas.

A identificação dos riscos no processo de trabalho e a elaboração do mapa de riscos, devem ser realizadas

com a participação do maior número de trabalhadores e assessoria do SESMT, onde houver.

3º Passo – Estabelecer a intensidade da presença dos riscos identificados durante o passo anterior

(2º passo) através do uso de círculos, especificamente, 3 (três) círculos:
1. Círculo Pequeno – Para intensidade ou presença baixa do risco no ambiente de trabalho;

2. Círculo Médio – Para intensidade ou presença regular do risco no ambiente de trabalho;

3. Círculo Grande – Para intensidade ou presença excessiva do risco no ambiente de trabalho.

*Observação: É importante destacar que existe outros métodos ou símbolos para indicar a intensidade do

risco em determinado ambiente de trabalho. No entanto, o uso dos círculos é o mais comum.

4º Passo – Escolher um programa de computador que esteja mais familiarizado para desenvolver o mapa

de riscos, por exemplo: o Microsoft Visio Viewer, AutoCAD, CorelDRAW, Microsoft Word, etc.
5º Passo – Através do layout da empresa elaborar o mapa de riscos, descrevendo os seguintes itens abaixo:
Indicar o grupo em que o risco pertence, conforme a tabela de classificação dos riscos ambientais

demonstrada no 2º Passo;
Estabelecer a intensidade da presença do risco no ambiente de trabalho, conforme gradação ou graduação

dos riscos (círculo pequeno, médio e grande);
Definir a cor em que o risco pertence, conforme a tabela de classificação dos riscos ambientais demonstrada

no 2º Passo;
Estabelecer o número de trabalhadores expostos ao risco, o qual deve ser anotado dentro do círculo;
Especificar o agente causador dentro do círculo, por exemplo: ácido clorídrico, ergonômico-repetividade,

ritmo excessivo, etc;

Vídeo Aula – Como fazer o Mapa de Riscos
Para ampliar o seu conhecimento sobre como fazer um mapa de riscos, disponibilizaremos abaixo uma

vídeo aula elaborada pelo CEFET-RJ bastante explicativa.

Para assistir a vídeo aula, acesse: Vídeo Aula – Como fazer Mapa de Riscos.

Modelo de Mapa de Riscos
Para o melhor entendimento, a seguir um modelo de mapa de risco:

Download ► Modelo de Mapa de Riscos

Fonte: Blog Segurança do Trabalho

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CIPA e SIPAT: Qual a diferença e a relação entre elas?

Terça-feira - 07/12/2021

No dia a dia da segurança do trabalho é muito comum nos depararmos com diversas siglas. Dentre elas,

podemos destacar a sigla da CIPA e SIPAT, ambas previstas na Norma Regulamentadora nº 05 (NR-05)

e de grande importância para a segurança e saúde dos trabalhadores.

Dessa forma, a seguir veremos o que é CIPA e SIPAT, qual delas oferece a famosa estabilidade

(estabilidade provisória), qual a relação e quais as principais diferenças entre elas.

O que significa CIPA e SIPAT?
O significado da sigla CIPA é Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

A CIPA é obrigatória em todas as organizações privadas, públicas e demais estabelecimentos que

possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de acordo com o

dimensionamento previsto no Quadro I da NR-05.

O principal objetivo da CIPA é a prevenção dos acidentes e das doenças relacionadas ao trabalho,

de modo a garantir, de forma permanente, que as atividades sejam compatíveis, preservando a vida

e promovendo a saúde do trabalhador.

De forma resumida, a CIPA é uma comissão paritária, composta por representantes do empregador

e dos empregados, conforme disposto no Quadro I da NR-05 (Dimensionamento da CIPA).

Os representantes dos empregados, titulares e suplentes, são eleitos em escrutínio secreto e

possuem estabilidade provisória, com objetivo de evitar dispensas arbitrárias ou sem justa

causa. Enquanto, os representantes dos empregadores, titulares e suplentes, são designados

pelos próprios empregadores, não havendo eleição, bem como não possuem estabilidade provisória.

A nova redação da NR-05, aprovada pela Portaria nº 422, de 7 de outubro de 2021, do Ministério do

Trabalho e Previdência (MTP), estabelece que o dimensionamento da CIPA seja de acordo com o

grau de risco e a quantidade de empregados do estabelecimento. Conforme o quadro abaixo:

o que é cipa e sipat

De acordo com o subitem 5.4.13 da NR-05, temos que:

“5.4.13 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I e não for atendido por SESMT, nos

termos da Norma Regulamentadora n° 4 (NR-04), a organização nomeará um representante da

organização dentre seus empregados para auxiliar na execução das ações de prevenção em segurança

e saúde no trabalho, podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, por meio de

negociação coletiva.”

Contudo, no caso de atendimento pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em

Medicina do Trabalho (SESMT), este deverá desempenhar as atribuições da CIPA.

Vale destacar, que o microempreendedor individual (MEI) está dispensado de nomear o representante

da NR-05.

Já a sigla SIPAT significa Semana Interna de Prevenção de Acidentes e encontra-se prevista na NR-05.

A SIPAT, como o próprio nome diz, é um evento com uma semana de duração que tem como principal

objetivo a prevenção dos acidentes e das doenças ocupacionais.

A SIPAT é um evento dedicado à realização de oficinas, palestras, seminários, peças teatrais, gincanas,

dentre outras atividades, que abordam temas relacionados à Segurança e Saúde no Trabalho (SST).

É muito comum também, que no mesmo evento da SIPAT seja inserida a campanha de prevenção da

Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), que também está prevista na NR-5. Vale salientar, que

a partir de 3 de janeiro de 2022 entrará em vigência a nova NR-5, que não estabelece a obrigatoriedade

da campanha de prevenção da AIDS.

Qual a relação entre CIPA e SIPAT?
A CIPA e a SIPAT estão intimamente ligadas, não apenas por estarem previstas na NR-05, mas porque

uma é fruto da outra.

A CIPA, dentre suas obrigações, deve promover anualmente em conjunto com o SESMT, onde houver,

a SIPAT. Portanto, a CIPA possui um importante papel na organização da SIPAT.

Assim como, a relação da CIPA e SIPAT exerce um importante papel na preservação da vida e na

promoção da saúde dos trabalhadores.

 

Qual a diferença entre CIPA e SIPAT?

qual a diferença entre cipa e sipat

A principal diferença entre a CIPA e SIPAT é que enquanto uma é uma comissão formada por membros

eleitos pelos próprios trabalhadores e membros indicados pelos empregadores, a outra é um evento

organizado anualmente pelos membros integrantes da CIPA com o intuito de conscientizar os

trabalhadores acerca da prevenção dos acidentes e das doenças decorrentes do trabalho.
 

Considerações finais

Por ser uma Norma de extrema relevância e com muitos outros detalhes que vão além do evento SIPAT,

é de grande importância que se leia a NR-05 na íntegra, até porque a mesma trará algumas mudanças

importantes para 2022.

Com relação à SIPAT, a NR-5 não traz uma forma definida de como será realizado o evento, porém,

existe na internet uma infinidade de ideias do que poderá ser realizado.

Em relação a escolha dos temas a serem abordados na SIPAT, é recomendado a CIPA realizar

juntamente com o SESMT, onde houver, um levantamento a respeito das principais necessidades da

empresa no âmbito da segurança e saúde do trabalho.

Para isso, é importante levar em consideração as ocorrências de acidentes e doenças relacionadas

ao trabalho, os riscos ocupacionais existentes nos locais de trabalho, bem como as possíveis sugestões

dos empregados e empregadores, desde que sejam pertinentes à realidade da empresa, com o objetivo

de obter o melhor resultado possível da SIPAT.


Fonte: Blog Segurança do Trabalho

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O que é EPI Conjugado?

Quarta-feira - 24/11/2021


 
O Equipamento de Proteção Individual – EPI é um direito do trabalhador e uma obrigação do empregador.
 

Conforme o item 6.1 da Norma Regulamentadora nº 06 (NR-06), o Equipamento de Proteção Individual – EPI é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção dos riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

O empregador deve fornecer, gratuitamente, aos empregados o EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento. Enquanto, os empregados devem utilizar o EPI, se responsabilizando pela guarda e conservação do mesmo.

Equipamento Conjugado de Proteção Individual

Conforme o subitem 6.1.1 da NR-06, o Equipamento Conjugado de Proteção Individual é todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Por exemplo: um capacete que serve para proteção da cabeça e junto um protetor auditivo tipo concha.

Há diversos tipos de EPIs, cada um indicado a um tipo de atividade, conforme os riscos a que o trabalhador esteja exposto e a parte do corpo a ser protegida.

 

 

 

Os EPIs se dividem em:

  • Proteção para cabeça;
  • Proteção para olhos e face;
  • Proteção auditiva;
  • Proteção respiratória;
  • Proteção do tronco;
  • Proteção dos membros superiores;
  • Proteção dos membros inferiores;
  • Proteção do corpo inteiro;
  • Proteção contra quedas de diferentes níveis.

Definição do tipo de EPI a ser usado

Geralmente, a definição dos EPIs se baseia em três ações:

  • Ação técnica: Determinação do EPI adequado.
  • Ação educacional: treinamento para utilização correta do EPI.
  • Ação psicológica: conscientização sobre a importância do uso do EPI.

Algumas atividades demandam mais de um equipamento de segurança individual, por isso surgiu o equipamento de proteção individual conjugado. Os EPIs conjugados são aqueles que integram mais de um equipamento com a finalidade de proteger diferentes partes do corpo.

Fonte: Blog Segurança do Trabalho.

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Número de municípios atingidos pela Covid-19 no RS avança.

 

A pandemia da Covid-19 está avançando pelos municípios do Rio Grande do Sul. Neste mês de maio, em sete dias, 27 novas cidades registraram

pelo menos um caso confirmado de Covid-19, de acordo com os boletins epidemiológicos da Secretaria Estadual de Saúde. A doença levou 44 dias

para atingir 100 cidades no Estado, no entanto, em 17 dias, já se aproxima do dobro, com 170 municípios atingidos.

Até o começo do mês, no dia 1° de maio, os números da Covid-19 no Estado eram de 143 municípios atingidos, com 61 óbitos e 1.619 casos

confirmados. Ao longo da semana, os casos saltaram para 2.182, os óbitos para 91.

Desde o começo da pandemia, com o primeiro caso confirmado no RS no dia 9 de março, o número de municípios avançou de forma controlada. A

Covid-19 chegou à centésima cidade no dia 21 de abril, 44 dias depois da chegada da Covid no Estado. Nesta quinta-feira, 17 dias após a marca

de 100 municípios, a doença atinge 170.

Resultados dos testes rápidos contribuíram

Neste mês, a Secretaria Estadual da Saúde passou a receber os resultados dos 108 mil testes rápidos distribuídos pela Secretaria Estadual da

Saúde às prefeituras de todo o Estado, o que visa combater a subnotificação e auxiliar na compreensão da magnitude da doença no RS.

De acordo com o governador Eduardo Leite, em declaração na última terça-feira, o sistema já contabiliza 2.027 testes realizados, tendo

identificado 130 casos de Covid-19. A SES informa que os exames foram realizados entre os dias 4 e 5 de maio.

 

Fonte: Segurança do Trabalho

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Normas Regulamentadoras Atualizadas [MTE]

 

NR 01 – Disposições Gerais
NR 01 – Nova – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (Vigência 09/03/2021)

  • O objetivo desta Norma é estabelecer as disposições gerais, o campo de aplicação, os termos e as definições comuns às Normas Regulamentadoras – NR relativas à segurança e saúde no trabalho.

NR 02 – Revogada – Inspeção Prévia

NR 03 – Embargo ou Interdição

  • Esta norma trata de medidas de urgência, adotadas a partir da constatação de situação de trabalho que caracterize risco grave e iminente ao trabalhador.

NR 04 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho

  • Estabelece que as empresas privadas e públicas, os órgãos públicos da administração direta e indireta e dos poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, manterão, obrigatoriamente, Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho.

NR 05 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

  • Estabelece que devem constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento as empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados.

NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual – EPI

  • Define a obrigatoriedade da empresa em fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias:

NR 07 – Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO
NR 07 – Nova – Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO (Vigência 09/03/2021)

  • Estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores.

NR 08 – Edificações

  • Estabelece requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações, para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalhem.

NR 09 – Programas de Prevenção de Riscos Ambientais
NR 09 – Nova – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos (Vigência 10/03/2021)

  • Estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.

NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade

  • Estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas e serviços com eletricidade.

NR 11 – Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais

  • Estabelece as normas de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras.

NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

  • Estabelece medidas de proteção para resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores e estabelece requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto e de utilização de máquinas e equipamentos, e ainda à sua fabricação, importação, comercialização, exposição e cessão a qualquer título, em todas as atividades econômicas.

NR 13 – Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações.

  • Estabelece requisitos mínimos para gestão da integridade estrutural de caldeiras a vapor, vasos de pressão, suas tubulações de interligação e tanques metálicos de armazenamento nos aspectos relacionados à instalação, inspeção, operação e manutenção, visando à segurança e à saúde dos trabalhadores.

NR 14 – Fornos

  • Estabelece normas de prevenção e de utilização de fornos industriais.

NR 15 – Atividades e Operações Insalubres

  • Estabelece quais são as ocupações insalubres, os graus de insalubridade e quais são as normas de prevenção para cada uma delas.

NR 16 – Atividades e Operações Perigosas

  • Estabelece quais operações são consideradas perigosas e define normas de segurança e prevenção para tais.

NR 17 – Ergonomia

  • Estabelece parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente.

NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção

  • Estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e de organização, que objetivam a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção.

NR 18 Nova – Norma nova em vigor a partir de 11/02/2021

NR 19 – Explosivos

  • Determina normas para fabricação, armazenamento e manuseios de materiais explosivos.

NR 20 – SST com Inflamáveis e Combustíveis

  • Estabelece requisitos mínimos para a gestão da segurança e saúde no trabalho contra os fatores de risco de acidentes provenientes das atividades de extração, produção, armazenamento, transferência, manuseio e manipulação de inflamáveis e líquidos combustíveis.

NR 21 – Trabalho a Céu Aberto

  • Determina a obrigatoriedade, em trabalho à céu aberto, da existência de abrigos, ainda que rústicos, capazes de proteger os trabalhadores contra intempéries.

NR 22 – Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração

  • Tem por objetivo disciplinar os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento da atividade mineira com a busca permanente da segurança e saúde dos trabalhadores.

NR 23 – Proteção Contra Incêndios

  • Determina que todos os empregadores devem adotar medidas de prevenção contra incêndios, em conformidade com a legislação estadual e as normas técnicas aplicáveis.

NR 24 – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho

  • Estabelece as condições mínimas de higiene e de conforto a serem observadas pelas organizações, devendo o dimensionamento de todas as instalações regulamentadas por esta NR ter como base o número de trabalhadores usuários do turno com maior contingente.

NR 25 – Resíduos Industriais

  • Define medidas preventivas quanto aos resíduos industriais e aos seus destinos finais.

NR 26 – Sinalização de Segurança

NR 27 – Revogada – Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB

NR 28 – Fiscalização e Penalidades

  • Determina critérios à serem adotados nas fiscalizações de segurança quanto à aplicação de multas e o valor das autuações.

NR 29 – NR SST Portuário

  • Regula a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais, facilitar os primeiros socorros a acidentados e alcançar as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários.

NR 30 – NR SST Aquaviário

  • Tem como objetivo a proteção e a regulamentação das condições de segurança e saúde dos trabalhadores aquaviários.

NR 31 – NR SST na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura

  • Tem por objetivo estabelecer os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho.

NR 32 – SST em Estabelecimentos de Saúde

  • Tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral.

NR 33 – SST em Espaços Confinados

  • Estabelecer os requisitos mínimos para identificação de espaços confinados e o reconhecimento, avaliação, monitoramento e controle dos riscos existentes, de forma a garantir permanentemente a segurança e saúde dos trabalhadores que interagem direta ou indiretamente nestes espaços.

NR 34 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval

  • Estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção, reparação e desmonte naval.

NR 35 – Trabalho em Altura

  • Estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

NR 36 – SST em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados

  • Estabelece os requisitos mínimos para a avaliação, controle e monitoramento dos riscos existentes nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano, de forma a garantir permanentemente a segurança, a saúde e a qualidade de vida no trabalho, sem prejuízo da observância do disposto nas demais Normas Regulamentadoras – NR do Ministério do Trabalho e Emprego.

NR 37 – Segurança e Saúde em Plataformas de Petróleo

Estabelece os requisitos mínimos de segurança, saúde e condições de vivência no trabalho a bordo de plataformas de petróleo em operação nas Águas Jurisdicionais Brasileiras – AJB.  

 

Fonte: Segurança do Trabalho

 

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